Plataforma SOrgBrasil: Uma Estratégia para Sustentabilidade das Organizações
Detalhamento de Fases
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O presente texto visa trazer o detalhamento da proposta técnica das ferramentas de avaliação desenvolvidas e em desenvolvimento pela Plataforma SOrgBrasil, em complemento às informações disponíveis no site da Plataforma, visando o aprofundamento do debate e abertura do processo de sua construção colaborativa e participativa.
1. Introdução à Plataforma e suas Fases de Desenvolvimento
A Plataforma SOrgBrasil constitui uma iniciativa estratégica para impulsionar a jornada ESG (Environmental, Social and Governance) de organizações no Brasil. Concebida para ser desenvolvida de modo público, aberto e colaborativo, e em fases progressivas, a plataforma oferece ferramentas de avaliação ESG em níveis de aprofundamento crescente, visando atender a necessidades de modelos de negócio sustentáveis em constante evolução de empresas e demais organizações. As duas primeiras fases de seu desenvolvimento se dão por financiamento pela FAPDF, com a realização de testes piloto, enquanto as fases subsequentes estão planejadas para ocorrer de forma continuada, a partir das parcerias estabelecidas colaborativamente.
Fase 1
Diagnóstico de Base de Maturidade em Sustentabilidade (DBMS)
A fase inicial da plataforma focou em facilitar o ponto de partida para as organizações em sua jornada ESG. Por meio de uma ferramenta simples e autodeclaratória, foi desenvolvido e introduzido o Diagnóstico de Base de Maturidade em Sustentabilidade (DBMS), enquanto ferramenta de entrada na plataforma e sendo seu Produto Mínimo Viável (MVP, sigla em inglês), tendo por objetivo principal incentivar a adesão e o engajamento, especialmente de organizações de menor porte, ao universo da sustentabilidade e das práticas ESG. A DBMS constitui-se de uma ferramenta de preenchimento autodeclaratório composta por 3 Eixos (Ambiental, Social e Governança), cada um com 6 grandes temas, totalizando 18 questões, uma para cada tema, com respostas de múltipla escolha em 5 níveis ordinais crescentes de maturidade em sustentabilidade, onde os conteúdos das respostas agregam sinteticamente diferentes variáveis da “árvore lógica” de variáveis e indicadores da plataforma. Como saída, a DBMS gera relatório com escores por temas e eixos, com respectivas recomendações ao gestor.
Fase 2
Avaliação de Maturidade em Sustentabilidade (AMS)
A Fase 2 visa aprofundar a avaliação ESG, introduzindo um nível de detalhamento metodológico superior. Esta etapa se concentra no desenvolvimento do instrumento Avaliação de Maturidade em Sustentabilidade (AMS), que explora os indicadores de modo mais robusto, estruturados por setor, porte e localidade, bem como exige a comprovação documental dos dados informados. O propósito do instrumento é consolidar uma base de informações mais fidedigna e comparável sobre o desempenho ESG das organizações, permitindo uma análise mais acurada de seus impactos e tecer melhor os caminhos de avanço.
Fases Subsequentes
Integração, Agregações e Inteligência Artificial
As fases futuras da Plataforma SOrgBrasil preveem, em seu “mapa-do-caminho”, a integração com outras bases de dados, utilizando APIs (Application Programming Interfaces), e a incorporação de ferramentas de Inteligência Artificial (IA). Preveem também o desenvolvimento de mecanismos de agregação e análises estatísticas de dados em níveis setoriais, por portes e por localidades. Estas inovações permitirão a busca automatizada de dados, a facilitação de auditorias e a oferta de análises preditivas, elevando ainda mais a capacidade da plataforma de gerar subsídios estratégicos e otimizar a gestão da sustentabilidade pelos gestores das organizações, por gestores públicos e especialistas. A análise de Materialidade até o presente momento realizada predominantemente para a dimensão dos Impactos da organização, deverá avançar para a dimensão Financeira, com indicadores específicos.
2. Detalhamento da Fase 2: Mecanismos e Funcionamento da AMS
A Fase 2 da Plataforma SOrgBrasil, centrada na Avaliação de Maturidade em Sustentabilidade (AMS), se encontra desenhada para oferecer uma avaliação mais circunstanciada na mensuração e gestão do desempenho ESG. Volta-se essencialmente para organizações que buscam não apenas cumprir requisitos, mas também gerar valor compartilhado e sustentável.
A AMS constitui-se de um instrumento de avaliação com base em aproximadamente 100 indicadores, organizados pelos 3 eixos Ambiental, Social e Governança, seus respectivos temas e tópicos, estruturado por questões formuladas no nível de tais indicadores. Enquanto uma ferramenta concebida para escalar e evoluir, deverão ser progressivamente incorporados novos indicadores, gerais ou setoriais, ao longo do exercício subsequente da plataforma no curto, médio e longo prazo.
EM BREVE
A figura a seguir apresenta a “árvore lógica” estruturante do sistema de indicadores, aqui apresentada em nível dos eixos, temas e tópicos, nos quais se inserem os indicadores.
A seleção de indicadores em níveis setoriais e demais segmentos, bem como a definição de seus pesos e valores de referência, consistirão no elemento central da estratégia da plataforma, uma vez que ocorrerão por meio de grupos de especialistas e representantes setoriais.

Formato de Entrada de Dados
O formato de entrada será plural, abrangendo dados quantitativos e qualitativos. Inicialmente autodeclaratório, a plataforma prevê a futura integração com outras bases de dados (via APIs) e o uso de IA para verificação de evidências, aumentando a robustez e a confiabilidade das informações (ver item 5).
Sistema de Indicadores
Os Indicadores de Desempenho (KPIs) são o cerne da AMS, transformando percepções gerais em verificações concretas, objetivos abstratos em metas mensuráveis. Na Fase 2, a base de indicadores, já utilizada para a estruturação da Fase 1, é ampliada e aprofundada nos seguintes sentidos:
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A avaliação será no nível de cada indicador, qualitativo ou quantitativo, em seu dimensionamento e métricas próprios (à diferença da DBMS, na Fase 1, em que se utilizou de agregados de indicadores por grandes temas e em escalas ordinais de maturidade).
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A seleção de indicadores, seus valores de referência e pesos estão formatados para poderem ser especificados por tipos de organização, setores e localização.
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Deverão ser introduzidos novos indicadores conectados a setores, portes e regiões específicas, conforme avancem progressivamente suas definições por Grupos Técnico (ver adiante).
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Os KPIs deverão ser derivados não apenas de objetivos internos à organização, mas estar associados a temas materiais que geram impacto significativo (social, ambiental, econômico), a desafios de políticas públicas e desafios globais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O sistema de indicadores da Plataforma SOrgBrasil tem por base:
1. Referências internacionais de normalização de reporto e transparência e de avaliação, em especial o GRI, e o IFRS/ISSB/SASB
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2. Adequação à realidade brasileira:
A. Taxonomia Sustentável Brasileira – Ministério da Fazenda.
B. Norma PR-2030 da ABNT
C. Legislação e normas brasileiras relacionadas.
3. Revisão sistemática da literatura científica relacionada.
4. Análises de benchmark de demais sistemas nacionais e internacionais de avaliação e reporto (e.g., TCFD, CDP, ISE-B3, Ethos, etc).
5. Materialidades definidas por:
A. Bases científicas;
B. Diretrizes de Políticas Públicas nacionais;
C. Vinculação aos ODS;
D. Demandas sociais.
A arquitetura, seleção e enquadramento (valores de referência e pesos) dos indicadores se estruturam pelos seguintes critérios:
1. Indicadores por eixos: Ambientais, Sociais e de Governança.
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2. Indicadores especificados por Tipo de Organização (privada ou pública; empresarial ou não empresarial; porte).
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3. Indicadores especificados por Setor/Ramo de atividade.
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4. Indicadores especificados por Contexto/localização (regionais, socioeconômicos).
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5. Indicadores tipificados por Pressão (atividade impactante), Estado (condição), Impacto (Resultados e consequências) e Resposta (Esforço/Estratégia/Comprometimento/Inovação ESG) da organização. Aqui se está adotando os modelos PSR (Pressure–State–Response) e DPSIR (Driving Force–Pressure–State–Impact–Response) adaptados para sustentabilidade corporativa (ESG).
A estruturação do sistema de indicadores seguirá uma estratégia em que simultaneamente se formará (i) uma “macro-base” ou base geral de indicadores, mediante a agregação progressiva de novos indicadores, e (ii) “trilhas de especificidade”, estabelecendo-se os filtros, critérios e métricas a serem adotados para os diferentes tipos de organização, setores e contextos. A construção progressiva e permanente da macro-base de um lado e as trilhas de especificidade de outro constituirão ciclos e rotinas distintos de PDI ao longo da vida futura da plataforma.
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Cronologicamente, ter-se-á diferentes níveis de aprofundamento no uso dos indicadores. Em uma camada inicial, mais com perfil de diagnóstico, tem-se conjuntos menores e mais simples de indicadores, preenchidos por meio de escalas ordinais, permitindo um primeiro nível de avaliação de organizações que estejam iniciando sua jornada ESG. Tal se dá pela DBMS, acima descrita.
Sucessivamente, passa-se a níveis crescentes de aprofundamento das avaliações, lançando-se mão de conjuntos maiores de indicadores e com métricas mais acuradas. Tal se dará por meio da AMS.
Em um primeiro momento, adota-se um quadro geral de indicadores (macro-base), passíveis de serem aplicados às diferentes organizações. Subsequentemente, este trabalho será seguido da atuação de Grupos Técnicos, formados por representantes e especialistas ligados aos diferentes setores, quando as especificações (seleção, inclusões, definição de valores de referência e pesos) serão por estes periodicamente ajustadas para cada setor, ou seja, formatando-se trilhas de especificidade e podendo ampliar e aprimorar a macro-base.
Seleção de Indicadores, Valores de Referência e Pesos por Grupos Técnicos
A seleção de novos indicadores e sua aplicabilidade a um setor, porte ou região específica será realizada por grupos técnicos formados por especialistas e representantes dos setores. Estes grupos serão compostos por diferentes atores portadores de interesse (stakeholders) vinculados à temática do grupo, podendo ser:·
• representantes setoriais,·
• acadêmicos,·
• gestores públicos,·
• gestores financeiros·
• representantes da sociedade civil·
• consultores·
• players digitais e provedores de tecnologia·
• outros, a critério da administração da plataforma
Considerar-se-á nessa composição a paridade de representatividade entre os diferentes perfis dos atores, igualdade de gênero e de origem geográfica.
Tais grupos definirão os valores de referência e os pesos relativos dos indicadores para o contexto de seu setor, considerando variantes para diferentes portes das organizações e diferentes localidades, permitindo a normalização e agregação dos escores dos indicadores por meio de pontuação/média ponderada. Para tal, serão realizadas rodadas de interação entre integrantes do grupo, por meio de analises multicritério, em particular pela utilização do método analítico hierárquico, AHP (Processo de Hierarquia Analítica) e/ou ANP (Analytic Network Process)
Construção de Conexão com Stakeholders e Materialidade
A definição da materialidade dos tópicos é um pilar fundamental na AMS. A Plataforma SOrgBrasil inicia sua jornada de sustentabilidade própria centrada na materialidade de impacto, em fases posteriores indo avançar para a materialidade financeira, com base no princípio da dupla materialidade.
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A plataforma reconhece a importância dos stakeholders como fontes primárias de informação sobre expectativas de mercado, tendências sociais, desafios ambientais locais e nuances regulatórias. A participação ativa de stakeholders é crucial para definir novos indicadores e sua relevância por setor, região e porte das organizações.
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A plataforma aprofundará o estudo da materialidade de forma inovadora e colaborativa. A materialidade mensurada internamente – expressa nos indicadores selecionados
para o setor e desenvolvida a partir de análise de dados agregados, tendências setoriais e regionais, e melhores práticas globais de ESG com especialistas – poderá ser complementada com outros elementos de materialidade reportados pelas próprias organizações, que ela julgue relevantes para seu relato. Isso garante que a avaliação não adote uma abordagem de “tamanho único”, mas reflita a singularidade de cada empresa e seu contexto específico.
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Para tanto, a plataforma oferecerá um espaço intuitivo onde as organizações poderão inserir e compartilhar dados de sua leitura própria de materialidade, incluindo temas ESG relevantes a ela, processos de identificação (engajamento de stakeholders, análise de impactos) e sua priorização estratégica.
Relatórios de Avaliação Consolidados e Saídas da Fase 2
A Fase 2 produzirá, a partir da alimentação autodeclaratória por formulários, relatórios de avaliação que visam ir além de apenas uma documentação, e sim tornar-se ferramentas estratégicas para comunicação e tomada de decisões. A plataforma se apoiará nas diretrizes das Normas GRI de comunicação de relatórios para assegurar precisão, equilíbrio, completude, clareza, periodicidade, contexto de sustentabilidade, comparabilidade e verificabilidade das informações.
Serão disponibilizados dois tipos de relatórios, com linguagens adaptadas aos seus públicos:
• Relatório de Gestão (dirigidos para a Organização): Destinado aos gestores da organização, oferece orientações, nos quesitos ESG,
para o planejamento estratégico desta com base nos resultados obtidos, e pontuações de escores que identificam o nível de maturidade da organização em diferentes quesitos.
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• Relatório de Transparência (dirigidos para o Público): Destinado à comunicação transparente junto aos diversos stakeholders (“disclosure”) da avaliação ESG da organização, caso essa assim deseje, este relatório apresenta o desempenho da organização e espaço para esta enunciar as metas as quais se propõe a alcançar (“commitments”).
Além disso, a plataforma permitirá o desenvolvimento futuro e inclusão nos relatórios de painéis de dados estatísticos por setor, porte e região, bem como séries temporais de evolução dos resultados, visibilizando o posicionamento da organização nos conjuntos em que participe, com a possibilidade de integração com ferramentas como o Power BI. Tal se dará futuramente a partir do momento em que a plataforma dispuser de volume de dados de organizações o suficiente para proceder a tais operações.
3. Estrutura e Modelo de Governança
A governança institucional da Plataforma é pensada – como proposta inicial a ser apresentada e discutida com as instituições parceiras – por meio da criação de uma Rede de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Sustentabilidade das Organizações - REDE SOrgBrasil, a ser formada de modo associativo e colaborativo pelos diversos parceiros institucionais que a componham, bem como por especialistas e profissionais atuantes na área, promovendo assim amplitude de ação e capilaridade da Plataforma.
Uma vez que concebida como um serviço de natureza pública e colaborativa, a Plataforma deverá ter seu modelo de Governança construído sobre o modelo de quádrupla hélice: Governo, Empresas, Terceiro Setor e Universidade. Para tal, entende-se como o caminho mais adequado a criação de uma pessoa jurídica própria, entidade do Terceiro Setor de natureza associativa e que personifique a Rede. Sugere-se, a princípio, que tal entidade deva:
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ser gerida por Conselho Gestor participativo e representativo das principais entidades parceiras.
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realizar a gestão operacional técnica e administrativa da Plataforma (Operador).
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organizar Grupos Técnicos para a atualização e escalabilidade técnica regular da Plataforma, composto por portadores de expertises setoriais.
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abrigar rede de empresas e/ou profissionais de consultoria credenciadas/os para a prestação de serviços pela Plataforma junto a demandantes finais que as/os requeiram.

4. Resultados Esperados
Espera-se que a operação da Plataforma traga como resultados:
1. Prover informações das organizações, para os diferentes stakeholders, propiciando:
a) Autoavaliação para gestão da organização.
b) Compras sustentáveis por empresas.
c) Compras governamentais sustentáveis
d) Decisões de Investimentos.
e) Apoio a Políticas de financiamentos sustentáveis.
f) Apoio a Políticas públicas de incentivo a organizações sustentáveis.
g) Apoio a Políticas públicas de inovação sustentáveis.
h) transparência e controle social.
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2. Servir como um Cadastro nacional positivo de organizações sustentáveis.
3. Prover visão de conjunto do panorama da agenda de sustentabilidade das organizações para o Brasil.
4. Prover espaço de interlocução e construção conjunta entre governo, empresas, instituições financeiras e terceiro setor.
5. Servir como apoio à Inovação e ciclos de PDI.
6. Prover informações de apoio para a construção de um arcabouço normativo nacional avançado alinhado às tendências mundiais em ESG e dos ODS.
7. Prover visibilização de valores adicionados para a sociedade.
5. Desdobramentos para Fases Seguintes e Geração de Valor para Parceiros
As fases futuras da Plataforma SOrgBrasil são projetadas para expandir ainda mais suas capacidades, solidificando seu papel como um instrumento para a gestão da sustentabilidade das organizações e a promoção de parcerias estratégicas. A evolução contínua da plataforma visa não apenas aprimorar os mecanismos de avaliação, mas também maximizar a geração de valor para todos os envolvidos.
Evolução para Fases Subsequentes
Os desdobramentos futuros da plataforma incluem:
• Integração com Outras Bases de Dados: A utilização de APIs permitirá a conexão com diversas fontes de informação, enriquecendo o contexto e a profundidade das análises ESG.
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• Inteligência Artificial para Verificação e Análise: O uso de IA permitirá automatizar a busca e verificação de evidências, facilitando auditorias e fornecendo insights mais rápidos e precisos.
• Mecanismos de Auditoria e Verificabilidade: Em conjunto com parceiros, serão desenvolvidos mecanismos que permitam a auditabilidade das informações, aumentando a credibilidade e a confiança nos dados da plataforma.
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• Séries Temporais e Análises Preditivas: A coleta contínua de dados permitirá a criação de séries temporais detalhadas, oferecendo às organizações e aos parceiros a capacidade de monitorar a evolução do desempenho ESG e realizar projeções futuras.
Benefícios para Parceiros:
1 Acesso a Dados Qualificados e Comparáveis: Parceiros terão acesso a uma base de dados ESG rica e verificável, segmentada por setor, porte e região. Isso permitirá análises de mercado com mais elementos de aprofundamento, identificação de tendências e benchmarking estratégico, essenciais para a tomada de decisões de investimento e políticas públicas.
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2 Ferramenta para Avaliação e Monitoramento de Organizações: A AMS servirá como um instrumento robusto para avaliar o desempenho ESG de organizações. Para representações e associações setoriais, permite identificar e conhecer em maiores detalhes o avanço das organizações no setor e suas práticas. Para instituições financeiras, isso significa maior segurança na concessão de crédito e na gestão de portfólios. Para órgãos públicos, facilita o monitoramento do cumprimento de políticas e a identificação de áreas para intervenção. Para organizações da sociedade civil, permite transparência e espaço de interações. Para estudiosos e especialistas, uma base sólida para avanços do conhecimento técnico e científico na área.
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3 Suporte à Implementação de Políticas e Estratégias: A plataforma não apenas avalia, mas também fornece dados e insights que podem ser diretamente utilizados na formulação e implementação de políticas de sustentabilidade. Parceiros públicos podem desenvolver programas mais eficazes, enquanto parceiros privados podem alinhar suas estratégias de negócios com as melhores práticas ESG.
4 Identificação de Oportunidades de Financiamento e Investimento: Com dados claros sobre o desempenho ESG, a plataforma facilita a identificação de organizações com alto potencial de impacto e retorno sustentável, criando um ambiente propício para investimentos verdes e financiamento de projetos alinhados aos ODS.
5 Fortalecimento da Reputação e Credibilidade: Associar-se à Plataforma SOrgBrasil demonstra um compromisso com a sustentabilidade e a transparência. Isso fortalece a reputação dos parceiros, atraindo investimentos responsáveis, talentos e a confiança de stakeholders.
6 Oportunidades de Cocriação e Inovação: A plataforma busca ativamente a colaboração na definição de indicadores e mecanismos de verificação. Parceiros podem influenciar diretamente o desenvolvimento da ferramenta, garantindo que ela atenda às suas necessidades específicas e promovendo a inovação no campo ESG.
Ao estabelecer parcerias com a Plataforma SOrgBrasil, gestores privados e públicos não apenas contribuem para o avanço de um serviço voltado à sustentabilidade no Brasil, mas também adquirem uma ferramenta estratégica para otimizar suas operações, mitigar riscos e gerar valor de longo prazo para suas organizações, para stakeholders e para a sociedade. A colaboração é a chave para transformar os desafios ESG em oportunidades de crescimento e inovação sustentável.
